quinta-feira, 28 de agosto de 2008

PROBLEMAS NO INTERCÂMBIO 2


Stress:

Esse assunto diz respeito aos dois tópicos.

Tudo que sai da “normalidade” gera estresse, que é uma ruptura do equilíbrio interno ou externo da pessoa.

O desequilíbrio ocorre quando temos que dar uma resposta a algo que ultrapassa nossa capacidade de adaptação.

O estressor pode ser externo ou interno a nós, tal como uma exigência, uma novidade, uma mudança.

Toda mudança requer uma adaptação e a medida que passamos por mudanças utilizamos nossas reservas de energia adaptativa, podendo com isso enfraquecer nossas resistências físicas e mentais.

As expectativas irreais, os pensamentos distorcidos, o perfeccionismo, a rigidez podem ser fontes internas de estresse.

Alguns transtornos psicológicos podem ser gerados ou gerar desquilíbrio emocional, como é o caso dos transtornos de ansiedade – a pessoa ansiosa tende a ver as coisas e o mundo como ameaçadores e ver a si mesma desprovida de recursos para enfrentá-los.

Os transtornos de humor, no caso a depressão, tendem a levar o sujeito a ver o mundo, as pessoas e a si mesmo de forma negativa.

Algumas pessoas são mais vulneráveis a se estressarem, tendem a avaliar os eventos da vida com expectativas irreais e exageradas.

O intercambista ou aquele que retornou de um programa e que se encontra em dificuldade deve buscar ajuda profissional para aliviar, sanar seus problemas e elevar sua auto-estima.

A auto-estima é o conceito sobre o valor e o sentimento que tem a respeito de si.

Também interfere na relação com as pessoas e o com o mundo.

Para elevar a auto-estima o estudante deve buscar o autoconhecimento (com a ajuda profissional ou não) e para sentir-se melhor o intercambista deve contar com pessoas da escola, do trabalho, deve se “abrir” com os amigos, ou com o hospedeiro, partilhar seus sentimentos ajudará em grande parte.

Outra questão que desgasta muito o estudante é fazer uma carga horária intensa na escola para aproveitar melhor o aprendizado de uma língua estrangeira, por exemplo.

É melhor optar por uma carga horária mais leve e aproveitar o resto do tempo para conhecer a cidade e interagir com as pessoas do lugar.

Não compare sua vida e seus costumes com a vida e costumes no país estrangeiro, aprenda com as diferenças.

Dê um tempo para adaptar-se.

É comum nas duas primeiras semanas do intercâmbio ter dificuldade de comunicação, por isso, não tenha vergonha de perguntar, ou mesmo de falar “errado”, o importante é manter a comunicação.

Seja educado, "obrigado" e "por favor" devem estar no seu repertório constantemente. Todos ganham com isso. Procure colaborar com as pessoas, sempre que puder. Mantenha o bom humor, seja extrovertido e comunicativo.

Importante: Seja assertivo

ASSERTIVIDADE

O intercambista deve identificar as questões que geram sentimentos de impotência, tristeza, ansiedade e menos-valia e encontrar estratégias para lidar com eles, identificando suas potencialidades, suas qualidades pessoais, promovendo um engajamento nas tarefas em que as características positivas possam ser valorizadas.

Aumentar as atividades prazerosas ou produtivas – atividade física, jogo, corrida, dança, leitura, filme, música, passeio - podem deixar o intercambista (e o ex) muito mais feliz!

2 comentários:

Isabelle disse...

Olá Marcia,
Bom, como havia dito no orkut, tenho um problemãão aqui em casa,
Como sou louca pelo e inglês e já terminei meu curso,aproveitando os meus quinze anos, queria um intercambio de seis meses mesmo. Meu ele até aceita a idéia, mas minha mãe é totalmente comtra, poderia me ajudar ?
Agradeceria muito, beijos.
Ah! amei o tópico, ajudará muito na minha possível viagem, se Deus quiser :D
boa noite :D

MARCIA CASARES disse...

A única forma que eu tenho de ajudar é com o que eu escrevo aqui, se ela ler pode ser que se convença que é uma ótima vc fazer intercâmbio.
Faça ela participar, se ele não gostar de computador imprima o que vc considera interessante para o convencimento dela.
Boa sorte!!!